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ESCOLAS DE DREAMWALKER DE MORTE
Apresentadas pela professora DreamWalker:
Aline Bitencourt


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ESCOLAS DE DREAMWALKER DE NASCIMENTO
Apresentadas pela professora DreamWalker:
Aline Bitencourt
 
 
ESCOLAS DE ENERGIAS SEXUAIS
 

SEMINÁRIOS INSTITUTO SHAUMBRA
Apresentados pela professora do Instituto Shaumbra:
Aline Bitencourt
 

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Os Sete Selos - Abrindo seu Potencial Divino
Apresentado pela professora do Instituto Shaumbra:
Aline Bitencourt

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Escolas de Energias Sexuais

Para quem ainda não conhece...

Eu Sou o que Eu Sou

Escolas de DreamWalker
Vivências como guia Dreamwalker de Morte

Uma rica escolha pela experiência

Uma amiga me ligou dizendo que o pai de seu filho, que também é meu amigo, havia sofrido um acidente vascular cerebral e estava em coma. Eles se lembraram de mim, a amiga e facilitadora de DreamWalker de Morte, ao ver que um familiar próximo passava por uma situação que poderia ser um processo de morte.

Assim, mesmo há quase seiscentos quilômetros de distância, senti que seria possível ajudá-los e me disponibilizei como guia DreamWalker. Na verdade, a distância não importa para se contratar um serviço de DreamWalker quando há a intenção da família ou de quem está passando pelo processo. Aquele que está passando pelo processo nem sempre está consciente e/ou ciente de que há um guia DreamWalker com ele. Mas, de alguma forma, ele começa a perceber que não está só.

A família se dispôs em passar pelo processo de uma maneira mais tranquila e mais fácil possível, respeitando a escolha do indivíduo. Afinal, nesse momento, todos passam pelo processo, não só aquele que atravessará para outras dimensões.

Assim, comecei a me preparar para este serviço. Segui as orientações que Adamus nos passa no treinamento da Escola de DreamWalker de Morte. Respirei e comecei a escolher e a me expandir para estar cada vez mais conectada com os meus amigos e com o ser que experienciava estar na “meia-zona”.

Quando alguém está em coma, não está no físico e nem “no outro lado”. Fica numa espécie de meia-zona, ou seja, ainda não se fez a escolha de ficar na Terra ou partir. Nesse momento, é muito importante respeitar este processo, não impondo desejos pessoais e sempre respeitando os sistemas de crença do outro, quaisquer que sejam eles. A escolha é exclusivamente de quem está passando pelo processo. Agendas, controles, chantagens emocionais não têm espaço aqui.

Como parte da família estava consciente da escolha em partir, aproximadamente uma semana depois, a partida física se deu de forma tranquila. Assim, dentro de poucos dias após o funeral, o DreamWalker efetivamente iria começar.

Durante esses momentos, eu podia sentir e perceber o que se passava com a família e com o pai do meu amigo.

Todos os dias, segundo a Escola de DreamWalker de Morte, eu fazia uma hora de respiração consciente a fim de me conectar com ele. Porém, assim como a escolha de ficar ou partir, a escolha de aceitar um guia DreamWalker dependia exclusivamente dele.

O que facilitou a minha conexão  foi o fato de que uma parte da família estava consciente do processo e esperavam pelo DreamWalker.  

Nesse período como facilitadora, viajei a Berlim, mas continuei conectada com todos. Procurei me conectar  uma hora por dia mais intensamente. Nesse momento, podia perceber todas as crenças do pai do meu amigo, apesar de não o ter conhecido bem aqui na Terra, pois o vi apenas uma vez. Nisso residiu o meu desafio: confiar plenamente na minha intuição. Quando um ser atravessa para as dimensões não-físicas, também carrega tudo com ele: as crenças, os sentimentos, a personalidade. Depois que eu relatei todo o processo com alguns membros da família, eles puderam me confirmar que o meu "cliente" agia aqui na Terra da mesma forma que eu o percebi nas outras dimensões.

Uma semana depois do funeral, depois de perceber o pai do meu amigo até um pouco “entediado”, resolvi mostrar a ele claramente que ele tinha uma escolha: ele poderia ficar onde estava e criar o que quisesse ou ir além, ir à Ponte de Flores.

A Ponte de Flores é o destino final da caminhada de DreamWalker de Morte. Quem escolhe chegar à Ponte de Flores encontra a verdadeira família angélica e poderá integrar todo o seu ser. É o encontro com a própria essência, com o Tudo que É, algo realmente indescritível.

Ao falar com o pai do meu amigo sobre suas escolhas, ele ficou um pouco indeciso a princípio. Ele pensou na sua família e não sabia se poderia deixá-los. Recordava-se de um membro querido da família que está com muitos problemas de saúde, dos seus filhos e de seu netinho pequeno que não teve tempo de curtir. Era desafiador para ele deixar tudo isso. Mas, eu lhe lembrei que a família dele estaria bem se ele também estivesse bem. A família dele respeitaria a escolha, qualquer que fosse ela. Por isso, parte dela escolheu o meu serviço como facilitadora DreamWalker de Morte. Então, ele sorriu e percebi que ele optou por continuar a caminhada. Assim, fomos à Ponte de Flores. Andamos juntos até o meio da Ponte, quando eu o entreguei à sua família angélica. Antes, demos um forte abraço energético. Naquele momento, este ser não era apenas o pai do meu amigo, era um Ser transformado, com muita luz. Ele tinha deixado a sua última história. Agora ele era Tudo o que É. Um Ser único e completo.

Ao deixá-lo com a sua família angélica, fiquei um pouco mais na Ponte para sentir toda a beleza e plenitude daquela dimensão. Não há imagens, não há mente. Apenas sentimentos, energia criativa, muita luz.

Aos poucos fui voltando à Terra graciosamente. Voltei a minha realidade. Que experiência maravilhosa para todos!

Pouco tempo depois, compartilhei toda a caminhada DreamWalker com alguns membros da família que escolheram o DreamWalk. Antes de saberem sobre o término do trabalho, eles já puderam sentir que tudo estava mais tranquilo. Eles recuperaram as energias e não estavam mais abatidos. Até parte da família que não conhecia o DreamWalker e que tinha outras crenças estava mais tranquila e mais conformada.

O trabalho como DreamWalker de Morte tem um efeito profundo em todas as pessoas envolvidas direta ou indiretamente no processo de Morte. As energias se equilibram e podemos perceber que a morte é um processo intenso que pode ser tranquilo e cheio de ricas experiências. A vida e a morte se tornam apenas parte de uma incrível jornada onde podemos conduzi-la da maneira que escolhemos.


Com amor e honra,

Aline Bitencourt.


DreamWalker São Paulo - Regina Lins


Imensa gratidão à mestra Aline por sua vinda a São Paulo, ministrar com o mais profundo amor esta VIVÊNCIA a todos nós.

 

Foi, com certeza, o que de mais pleno me aconteceu...  O maior presente que ESCOLHI, não só para esta vida, mas para todo o ciclo de muitas encarnações.

 

Esta experiência ELUCIDOU toda uma jornada...  Trouxe à consciência o que eu SENTIA, mas não compreendia...

 

Jamais imaginei, após a leitura dos textos da Nova Energia, que ainda houvesse tanto a ser desvelado e, principalmente, a ser VIVIDO...

 

Num ambiente SEGURO, somos levados à EXPANSÃO TOTAL e interiorizamos conscientemente TUDO O QUE SOMOS...

 

Algo mágico acontece...  Semanas antes do curso, já estamos sentindo as energias e liberando...  Sem nem mesmo perceber...

 

Foi o que de mais facilitador poderia surgir...

 

  • “Ir além da mente”;
  • “Ficar em si“ (percebendo o que é meu e o que é do outro);
  • “Liberar a agenda” e
  • “Permitir”

 

...  Simplesmente aconteceu...  Fluiu...

 

Compreendemos o processo da morte e isso é confortante...  Mas, acima de tudo, descobrimos o quanto podemos melhorar nossas vidas e escolher o que há de mais fácil, harmônico, alegre e prazeroso...

 

Agora, somos capacitados para sermos guias...  Mas, isso só foi possível, ao reassumirmos o próprio poder, conscientes da soberania nata, tendo percorrido o caminho antes da passagem.

 

Ficou claro que, apesar da vontade de ajudar a quem está terminando sua jornada, a vivência é, acima de tudo, uma chave mestra para o ACLARAMENTO ESPIRITUAL.

 

Foi como se eu tivesse vivido me preparando para este momento...  Como se o véu finalmente deixasse de existir e eu pudesse SENTIR o que É A VERDADEIRA UNICIDADE...

 

Tudo é a mais pura perfeição.  Compartilhando com o grupo, percebi que, apesar das mais diversas histórias, situações, idades e objetivos, a ESSÊNCIA é a mesma... 

 

Quando o chamado acontece, mesmo a mente dizendo que não se está pronto, o SENTIR se revela... E as respostas surgem, trazendo um cenário completamente novo, rico em alegria e simplicidade.

 

Percebemos como TUDO REALMENTE ESTÁ CERTO...  E COMO SEMPRE ESTEVE...

 

Retornamos à vida com uma dimensão maior das coisas...  Tudo parece fazer mais sentido...  O “Apropriado” se incorpora...  Literalmente, voltamos para o barco e o deixamos fluir pelo rio... Soltando os remos...  Libertos de medos e anseios...  Mais serenos e confiantes...  Porque SABEMOS QUEM SOMOS...

 

Impossível deixar de agradecer cada participante pela valiosa contribuição energética e o partilhar das experiências.  Não foi o acaso que nos reuniu, mas a sintonia...  Estivemos colaborando uns com os outros na liberação de padrões que dificultavam nossa EXPANSÃO.  O trabalho foi individual, mas de certa forma, fruto do conjunto...  Olhar para nós era ver a beleza do TODO, na multiplicidade de seus ASPECTOS...

 

E como foi gostoso ver nossas energias mais densas ir embora...  As angústias e receios desaparecer...  E a leveza surgir...  Ver as expressões de alegria, de relaxamento tomar conta do ambiente...  Mostrar o alívio, depois da intensa liberação...

 

Chegamos com 200 kg nas costas... E voltamos com apenas 20 kg...  

Simplesmente alçamos vôo... Sem “pensar” no que virá...  Mas apenas “sentindo” o que se É...  Vislumbrando infinitos potenciais à nossa frente...

 

Somos ANJOS DE LUZ numa experiência terrestre...  Nos re-descobrindo e atuando como HUMANOS-DIVINOS...

 

A você...

 

Alma de

Luz

Imensa...

Nirvana

Expandido...

 

...  Todo meu coração e alma, em agradecimento por sua escolha de ministrar a escola de DreamWalker...  Por sua doação sem limites, guiando-nos com tanta segurança e amor...  Ajudando-nos a “abrir as portas“ e a enxergar além...

 


O desabrochar com o DreamWalker Transição de Morte - Maria Aparecida Damin

No primeiro dia do curso de DreamWalker Transição de Morte foi um pouco apavorante após Adamus Saint Germain dizer que estamos o tempo todo conectados com os mortos, apesar de eu sempre tê-los sentido, soou estranho. Senti a presença da minha avó materna o dia inteiro. Teve um momento que Saint Germain nos levou até a Ponte das Flores. Reconheci o lugar, de onde eu sentia muita saudade e não lembrava. A emoção bateu forte e lágrimas rolaram. À noite antes de dormir senti um pouco de medo.

No segundo dia apareceu outra pessoa que permaneceu também no terceiro dia, entretanto no último instante já quase iniciando o caminho para a Ponte das Flores chegou outra pessoa. Meu pai desta vida, falecido há 27 anos. Ele estava tranquilo e elegante em um terno de linho branco, passeou pelos lugares onde vivemos juntos em minha infância. Um sítio, em que eu sentia constantemente a energia dos anjos e via raios de luz pairando sobre a minha mãe quando ela fazia suas orações.

Senti novamente essa mágica energia na casa branquinha de cal, fogão a lenha, o perfume das flores e das árvores frutíferas. De repente me dei conta que havia desviado do caminho e deveria voltar junto às demais pessoas do grupo. Ele sumiu algumas vezes, continuei centrada em mim e ele voltava, no final da esfera da Terra ele tocou uma música suave em uma pequena corneta. Atravessamos a esfera do cristalino. Consegui ver poucas coisas, apenas um túnel de luz branca opaca por onde atravessávamos e, em um instante o vislumbre de uma paisagem esverdeada. Chegamos à Ponte das Flores nos despedimos e retornei para cá. Eu me sentia um pouco estranha. À noite antes de adormecer, senti cada célula do meu corpo desabrochando como pétalas de rosa branca se descolando uma das outras, ouvia o som delas e a consciência expandindo, expandindo... Nunca havia sentido isso nessa intensidade e beleza.

No terceiro dia quando Saint Germain diz que poderíamos levar mais um, aceitei e acompanhei o que estava presente desde o segundo dia. Fiquei um pouco apreensiva, mas ele queria tanto, que foi muito fácil, parou apenas no limite entre a esfera da Terra e a esfera cristalina, se despediu de suas duas esposas que havia tido aqui. Desta vez as esferas cristalinas se apresentaram de forma esplendorosa, uma explosão de luz azulada e muitos essênios fazendo o caminho juntos. Deixei-o na metade da Ponte das Flores e retornei com uma agradável sensação de paz.

A expansão continua e o aprendizado, que já vínhamos exercitando há algum tempo, o de entrar no espaço seguro e simplesmente deixar a nossa sabedoria interna agir, continua mais intenso e acrescido da experiência do DreamWalker Transição de Morte, apresentado pela professora Aline Bitencourt com eficiência, delicadeza e amorosidade.

Sou grata ao Mestre Carlos Moraes pela iniciativa em trazer esse maravilhoso trabalho, por sua dedicação e amorosidade de sempre e por nossas sagradas e eficientes reuniões desde o início deste ano em que nos preparamos para este momento.

A linda e alegre Mestra Aline pela delicadeza e suave companhia, onde a palavra já era excessiva.

Agradeço igualmente aos Mestres Aluisio, Livia, Kaká por nossos fecundos e amorosos encontros...

Recordo-me agora de que cheguei a este curso sem saber de que se tratava. Recebi um email trocado entre Carlos e Aline sobre o curso em que eles pensavam na logística. A Aline diz para o Carlos "não precisa grandes coisas, posso ficar na casa de alguém" e senti vontade de oferecer a minha casa e o fiz, depois fui me inteirar de que se tratava, simplesmente seguimos o fluxo dos acontecimentos / energia. E assim foi.... Sigo ouvindo o descolar de novas pétalas.....

Maria Aparecida.

Minha Primeira Vivência de DreamWalker Transição de Morte - Aline Bitencourt

No meu primeiro Dreamwalk, junto com o grupo no
workshop de Dreamwalker Transição de Morte
, senti medo quando soube que iríamos experienciar uma jornada Dreamwalk. Ao mesmo tempo,
senti ao meu redor um grupo de entidades que estava me ajudando; eu não estava sozinha. O que eu experienciaria não era em relação à mente, por isso eu não precisava temer. Concentrei-me na respiração. Realmente, respirar faz muita diferença nesses momentos. Então, fui sentindo as coisas ao meu redor, em meu corpo também. Não visualizei, não imaginei nada, apenas procurei sentir o que acontecia ao meu redor e comigo. Então, reconheci quem estava ali esperando para caminhar comigo na jornada Dreamwalk*. E fomos andando, andando pacientemente ao longo das esferas, passando por cada etapa. Senti alegria em poder estar com ela, de ser Mestre, de compartilhar esse momento tão maravilhoso. E fomos curtindo cada passo, lado a lado, sentindo a mudança energética passando através das esferas. Na esfera cristalina ficamos um bom tempo maravilhadas. Como tudo era lindo, que sensação maravilhosa! Uau! Que alegria!!! E assim, ela ao meu lado, antes andando como uma velhinha, agora, tão bonita e serena, tão iluminada. Sentia e podia ver a sua luz, por todo o seu corpo, ainda do meu lado, compartilhando comigo naquela esfera de alegria e paz. Quando passamos para a Ponte de Flores, andamos juntas ao encontro dos anjos. Quanto amor e ternura! É um maravilhoso reencontro! Então, ficamos frente a frente com os anjos, coração a coração, e ela se juntou a eles. Eu já me via sozinha do outro lado da Ponte, mas ainda curtindo todo aquele momento, toda aquela sensação de amor e paz. Os anjos ainda estavam comigo.
Pude me lembrar de todos os presentes maravilhosos que eu ganhei estando na Europa, quantas experiências maravilhosas e todos os potenciais que eu ainda posso ser e ter. Escolher, estar aberta a receber os muitos presentes que a vida pode me proporcionar é uma experiência maravilhosa, excintante também, ver as coisas acontecendo aos meus olhos, sem pressão, só por escolher. Então, eu pensei: quero ser professora da nova energia e estar na Terra para experienciar isso, sem controle ou pressões, confiante, me permitindo, permitindo os muitos presentes para mim! Voltei à Terra na certeza de que posso acessar os anjos, a energia criativa das esferas cristalinas, no momento que eu escolher. É só confiar, é só me centrar, acessar a minha essência e lembrar que eu sou Mestre e posso ter muitas entidades, pessoas, animais, a natureza e tudo o mais ao meu serviço. As experiências são presentes que  eu escolho. Experiências de alegria, amor, abundância. Coisas vindo fáceis. É só respirar e escolher. Depois do Dreamwalk, abri os olhos e já pude sentir leveza ao meu redor. Sorri alegremente. Realmente a minha essência trabalhou comigo e pude sentir amor por mim mesma e ver a minha beleza refletida no espelho.
A minha companheira no Dreamwalk tinha assistido muitas palestras comigo, mas ainda assim sentia medo e ansiedade, apesar de querer fazer a jornada. Ela sentia que era o momento de ir para junto da família angélica. E com a sua viagem, muitas coisas terão potencial para mudar: sua família da Terra poderá mudar, poderá mudar os sentimentos, ficar mais serena, mais leve. O pesar, a dor, o drama, a saudade funda e pesada poderão ser liberados. É o início de grandes mudanças para todos aqueles que direta e indiretamente participaram dessa experiência.
 
* a identidade foi preservada.

A Dádiva de DreamWalking - Geoffrey Hoppe

Eu canalizei os três dias inteiros da escola DreamWalker Death no mínimo meia dúzia de vezes.  Linda e eu conduzimos o training dos professores da DreamWalker Death no mínimo por muitas e muitas vezes. Eu confiava que conhecia bem o material – sem sexo ou carne durante a caminhada DreamWalk; passar uma hora a cada dia com seu cliente; tirar todas as jóias; sempre ter o seu objeto de reconexão perto à mão; não fazer ao caminhada DreamWalk de um suicida, alcoólatra ou viciado em drogas. Eu conheço a seqüência da caminhada da DreamWalk de Saint-Germain de frente para trás e de trás para frente. Ou assim eu pensava. 

Meu irmão mais velho Chris foi diagnosticado com câncer de pele cerca de dois anos atrás. Chris passou por mais de doze cirurgias. Depois de um ano batalhando, os testes mostraram que ele estava relativamente livre do câncer. E depois ele reapareceu de novo no inicio deste ano. Mais cirurgias e quimioterapias. Mais hospitais e drogas. Não só ele estava lutando contra o câncer, mas ele estava também preso na enlouquecedora burocracia do sistema médico.   

Na ultima semana eu comecei a fazer a DreamWalk pré-morte com Chris. O hospital o liberou para assistência domiciliar, o que significa que era apenas uma questão de tempo antes que ele deixasse seu corpo físico.  Chris tinha só 56 anos, então isso tudo foi um tanto desafiador para sua esposa, suas duas filhas e seus seis irmãos e irmãs, eu incluído.

As primeiras três noites da pré-DreamWalk foram relativamente tranqüilas. Eu me conectei com Chris, mas como Saint-Germain nos ensinou, eu não falei muito. O importante é só estar lá. Pareceu que Chris sentiu minha presença, mas em seu estado de sonho alterado e medicado ele realmente não compreendeu porque eu estava lá. Eu o deixei saber que eu estava disponível para ele e voltaria todo dia. 

No quarto dia a conexão entre Chris e eu finalmente se solidificou. Eu estava deitado na cama tarde naquela noite, estando lá nas outras esferas apenas por ele.  Ele conscientemente me reconheceu. Ele falou e falou e falou pela hora seguinte. Explicou como era lindo “lá fora” e como ele não queria voltar para seu corpo físico. Ele falou sobre o sentimento de liberdade e criatividade. A coisa que me impressionou mais foi o seu relato repetido, “Este não sou eu!” enquanto ele olhava para trás em sua vida e corpo físico. O que ele queria dizer era que seu “espírito” é o Eu real. Ele estava surpreso com o quanto havia se envolvido nos jogos de sua própria vida como Chris, e como eles eram uma parte tão pequena de seu eu “real”. 

As quatro noites seguintes com Chris foram notáveis. Ele não tinha remorso ou arrependimentos sobre sua vida. Ele não estava perdido. Não estava triste, e não estava implorando para voltar. Ele na verdade estava saindo-se melhor do que tinha em anos. Isso mudou a minha perspectiva total sobre o processo da morte. 

Às 2:30 da tarde de ontem eu recebi um telefonema de uma de minhas irmãs. Chris faleceu uns minutos antes. Embora soubesse que isso era iminente, e sem levar em consideração a felicidade que senti durante as conexões pré-DreamWalk com Chris, as lagrimas transbordaram.  Eu nunca veria meu irmão novamente. E quanto suas duas lindas filhas? Minha própria mortalidade me atingiu na face agora que meu irmão mais velho tinha partido. 

Depois de me ajustar a noticia de sua passagem eu comecei a seqüência normal da caminhada Dream Walking.  Saíram de cena as jóias (relógios e anéis) e entraram os legumes e frutas. De acordo com Saint-Germain, não deveríamos comer nada que “ande, voe, se rasteje ou nade” enquanto estivermos fazendo uma caminhada DreamWalk. Eu me deitei e comecei a reconexão com Chris. Levou um pouco para sentir a conexão porque ele estava em um lugar diferente agora. Na verdade ele tinha feito a passagem.

Novamente, não houve medo e nem tristeza. Ele estava livre. Depois de exatamente alguns minutos ele sentiu a minha presença.  Foi uma linda reunião! De irmão para irmão, de alma a alma. Chris começou a me contar sobre sua transição, e eu me encontrei rindo às vezes. De uma maneira animada ele me contou o quanto foi fácil, como foi uma explosão de alegria quando ele foi liberto de seu corpo, e como ele se sentia mais vivo agora do que quando estava vivo! Eu ri porque era como se ele estivesse tentando me convencer a me juntar a ele. 

Durante nossa sessão ele vinha e sumia de repente inúmeras vezes. Ele explicou que estava examinando sua família e amigos, muitos que estavam agora justamente ouvindo a noticia de sua morte. Pelo que Saint-Germain ensinou, eu aprendi a simplesmente manter minha presença “no caminho”, não correr para lá e para cá com meu irmão. A cada vez ele retornava a mim e falava entusiasticamente de sua nova realidade.

No final da sessão ele me fez prometer transmitir uma mensagem a sua família. A mensagem era simples: Ele esta bem, não há necessidade de ninguém se preocupar. Eu tentei me lembrar se Saint-Germain aprova passar mensagens aos membros da família, mas eu fiz a promessa a Chris.  Eu irei checar no manual DreamWalker de SG (Saint-Germain) mais tarde para ver se eu estou na área de infração. 

Ontem à noite eu enviei um e-mail aos meus irmãos e irmãs com a mensagem dele. Nesta manhã não havia nem uma única resposta de nenhum deles.  Meu Deus, eles se espantam comigo pelos dez anos passados e agora provavelmente estão fazendo algum tipo de conferencia familiar para discutir a minha “condição”.  

Apenas alguns minutos atrás eu recebi uma mensagem muito tocante de outro irmão que vive no Texas. Ele compartilhou comigo como ele sentia a presença de Chris por perto nestes últimos dias. E uma de minhas três irmãs justamente me respondeu para dizer que tem falado com Chris de sua própria maneira. Incrível.

Eu estou profundamente agradecido por ter aprendido como ser um DreamWalker. É uma dádiva para mim ser capaz de ir alem do luto e sofrimento quando se perde um ente querido. Me ajudou a superar alguns de meus próprios medos sobre a morte. E me trouxe uma compreensão nova e muito pessoal dos caminhos do Espírito. A Morte – um dos grandes mistérios da vida – hoje não é mais um mistério para mim. 

 

Tradução: Silvia Tognato Magini

A Beleza da Vida - Lea Hamann

Meu telefone tocou: “Eu preciso de sua ajuda. Eu estou com câncer há 10 anos agora e eu não quero morrer. Você pode me ajudar?” A agitada mulher perguntou. Eu respirei profundamente e disse: Não sei se posso ajudar você a não morrer, mas eu realmente gostaria de ensiná-la como respirar. E assim começou. Minha cliente ligava toda semana para aprender a fazer uma respiração profunda e consciente. Depois da nossa terceira sessão juntas ela me disse que se sentia muito mais relaxada enquanto respirava e que a dor intensa que sempre tinha desapareceu por alguns momentos. Minha cliente era uma especialista em todos os tipos de trabalho de energia, técnicas de cura, ela conhecia tudo. O que eu descobri é que nenhuma daquelas técnicas trazia amor em sua vida; o que tinha em comum era que elas ajudavam-na a penetrar tão profundamente em sua mente, em seu medo e na energia de vítima.

 

Há um desenho que a energia de vítima faz, especialmente as energias que trabalham com a mente; se fosse alguns anos atrás eu teria entrado nessa energia. Mas agora eu sei respirar, então eu posso ficar na leveza da minha respiração até se qualquer tempestade de pensamentos surgirem em minha frente.  Eu criei um espaço de segurança e paz, um espaço onde a mente da minha cliente não pudesse entrar. Sessões após sessões minha cliente adorava a tranqüilidade de nosso espaço juntas. Em cada sessão ela vinha com seu medo da morte, com histórias sobre a sua dor - e nós assistíamos juntas esse slide ao fundo, dissolvido e transcendido, enquanto ficávamos em nossa respiração.

 

A batalha que a minha cliente brigava contra a sua doença, contra seu corpo e contra ela mesma tinha chegado a um impasse. As brigas podem fazer isso. Você não pode respirar e brigar ao mesmo tempo, então em nossa sessão ela aprendeu um novo jeito de estar consigo mesma, de uma maneira mais amorosa e gentil. Suas palavras começaram a ficar mais suaves, a maneira de como ela falava de si mesma começou a ser mais amorosa. Celebramos um pequeno milagre quando ela foi capaz de rir de si mesma pela primeira vez.

 

Claro que falamos também sobre a situação dela, sobre seu medo de morrer e sobre a sua doença. Respiramos e liberamos muitas energias velhas - muitas portas fechadas puderam ser abertas. Um dia, alcançamos pela primeira vez o ponto onde ela pôde ver que realmente tinha uma escolha. Ela nunca teve esse tipo de consciência antes. A vida dela tinha sido de lutar, de criar isto para sobreviver. Agora ela tinha uma escolha pela primeira vez. Eu disse a ela que poderia ficar com essa escolha por enquanto e voltar quando ela soubesse mais sobre isso. Depois ela me ligou, sua voz era suave e gentil. Ela disse: "Você sabe, minha mente sempre me disse que eu deveria sobreviver, que eu deveria lutar contra minha doença, mas meu coração diz: eu quero ir para casa. Você pode me ajudar a ir para casa?" Então, com isso, nosso DreamWalk começou.

 

 Falamos sobre sua percepção da morte. Ela disse: "A morte é fria, sombria e a morte é o grito de minha mãe que morreu quando eu era jovem." Eu experienciei este espaço de morte muito freqüentemente que eu conheci esses abismos escuros, mas também eu conheci a gentil e maravilhosa maneira de morrer. Eu conheci a beleza da morte. Então, a convidei para deixar esse espaço obscuro e experimentar outro lugar. Nós brincamos que você pode deixar a casa de diferentes maneiras. Você pode certamente pular a janela, cavar toda a estrutura da casa ou simplesmente passar pela porta e sair. Como você quer deixar sua casa? Como você quer morrer?

 

Em nossas sessões que tivemos, agora diariamente, experimentamos um espaço gentil da morte. Respiramos juntas, nos centramos em nossos corpos e nos expandimos. Além do corpo, além da respiração pelos pulmões, além da nossa terceira dimensão. A morte é uma abertura para algo mais, mais de você. Então, cada respiração a permitiu se entregar em sua alma, que estava esperando por ela, simplesmente para abraçá-la, para estar com ela. Minha cliente se apaixonou por este lugar. Semanas atrás, ela sempre queria falar e brigar e discutir assuntos comigo. Agora ela sempre pedia: "Poderíamos começar a respirar agora?"

 

Desde que ela tomou a decisão de deixar seu corpo físico, seu corpo foi lentamente esmorecendo e havia dor porque seu corpo havia segurado demais sua energia. Devido ao câncer que tinha se espalhado pelo seu corpo todo, seus pulmões estavam cheios de água e todos os dias tinham que ser perfurados para retirar água. Então, respirar passou a ser mais difícil. Ela começou a tossir e respirar ficou muito cansativo para ela. Então descobrimos: "Eu posso respirar sem os meus pulmões; eu posso ir além. Eu respiro com meu corpo inteiro; posso até respirar com as minhas orelhas!" (As filhas da minha cliente depois confirmaram que depois dessas sessões de respiração as bochechas dela ficaram rosadas e ela até estava podendo andar.) Experienciamos que ela poderia ir além de seu corpo quando a dor da transformação e liberação se tornasse muito intensa. Nosso objetivo não era ignorar o corpo, mas deixar a transformação e liberação acontecerem de maneira graciosa.

 

Passaram-se alguns dias e, de repente, houve um ritmo profundo que irradiou todo o ser dela. Eu já tinha experienciado esse ritmo em meu trabalho com mulheres grávidas. “Então, esse era o ritmo da morte dela”. Eu pensei. Era lento, gentil e ficava mais e mais prevalente a cada dia. A consciência dela entrou logo neste ritmo. Um dia ela estava presente em seu corpo, no outro dia estava muito longe.

 

Nesse tempo, a família dela começava a me contactar com mais freqüência. Eles se preocupavam em vê-la não podendo andar mais ou pensar claramente. Eu disse a eles que isto fazia parte da liberação. Quanto mais ela liberava sua mente; mais fácil seria sua transição. Eu podia sentir que a minha presença na família, falando com suas filhas- até o marido dela começou a me enviar e-mail – ajudou a equilibrar a situação. Às vezes as coisas pequenas se perdem quando uma pessoa está morrendo. Os membros da família se esquecem de dormir, de descansar ou até mesmo de comer porque eles estão tão ocupados em entender o que está acontecendo. Elas estavam preocupadas em perder o momento da morte dela, de perder algum momento importante quando ela falaria pela última vez. Então, eu apenas disse a elas para relaxar, ir para casa, comer e dormir e entender que elas podiam sentir a mamãe delas mais do que vê-la e tocá-la.

 

Um dia, o ritmo da transição dela levou-a tão distante que grande parte da sua energia espiritual já estava agora mais longe. Neste dia, eu parei de comer carne (de acordo com as orientações do DreamWalker) e comecei minha uma hora de respiração consciente. Ela não tinha deixado seu corpo ainda, mas muito de sua energia tinha ido além de nossa dimensão. Como uma criança, eu tive medo das esferas próximas. Eu pude vê-las e sentir a presença de todos os fantasmas e das pessoas mortas. Então, eu fiquei surpresa quando eu fui com ela às esferas próximas e não experienciei mais medo. Mais alguns dias se passaram. A cada dia mais da energia dela passava além desse estado de transição. Ela estava calma. A ligação com a família dela lentamente se dissolvia e eu sentia que se aproximava o momento da sua morte física.

 

Um pouco antes que ela deixou o corpo, eu pude sentir uma onda de energia obscura do seu passado, memórias de mortes que ela tinha experienciado em existências passadas e “o caminho da morte” das suas famílias. Estas energias tinham um enorme panorama. Convidavam-na para entrar novamente no abismo escuro da morte, para experienciar o medo, a dor e a solidão. Em honra a todo esse trabalho que tínhamos feito juntas, eu sabia que eu não podia apenas assisti-la sendo arrastada para este lugar escuro. (Nesse momento, a filha dela me ligou: "Alguma coisa está estranha. Eu sinto que mamãe não pode morrer. Eu sinto algo bloqueado.") Então ela percebeu aquelas velhas energias também.

 

Inesperadamente, eu nunca tinha feito isso antes, eu falei para a filha dela para se sentar ao lado da cama da sua mãe e respirar por 30 minutos, enquanto eu respirava também. Desligamos o telefone e fui fazer a minha respiração. Eu vi minha cliente em forma de espiral e com medo. Quando ela sentiu a minha presença, se expandiu um pouco. Eu coloquei um pé no caminho de Anasazi e chamei o nome dela. Chamei-a novamente. E chamei-a mais uma vez. E, de repente, ela saiu do seu transe e eu pude sentir as energias fluírem novamente. Quando a filha dela me ligou novamente, ela disse que o cheiro e a luz no quarto tinham mudado dramaticamente. A face da minha cliente estava mais relaxada e calma. Novamente – inesperadamente - eu disse para a filha dela lavar as mãos e os pés de sua mãe e colocar uma música clássica suave no quarto. Na manhã seguinte, minha cliente silenciosamente deixou o seu corpo. A equipe do hospital e a família dela relataram que havia ficado um brilho silencioso no quarto o dia todo. 

 

O DreamWalk efetivo foi fácil e calmo. Eu amo a transformação que acontece durante o DreamWalk. Todas as energias das vidas passadas se dissolvem e, deixando para trás a pessoa humana, o anjo brilha. Ao longo desse caminho, eu senti o eco da música clássica que tinha sido tocada no quarto dela, como se fosse uma linha de luz chamando-a para a Ponte de Flores. Era como uma canção – uma canção de amor de sua família que estava brilhando através dessa música. Depois de 12 horas, nós já chegamos à Ponte de Flores. Ela tinha mudado tanto; não era mais um ser humano, era um anjo indo para casa. Cheio de experiência e cheio de vida. Há tanta beleza neste momento da passagem pela Ponte. A beleza é difícil de descrever com palavras. Tudo faz sentido. Tudo flui. Não há culpa, vergonha nem arrependimento- apenas um momento de celebração da vida, um momento de celebrar um anjo lindo e amado.


Os anjos encontraram-na no meio da Ponte. Despedimo-nos e assisti-la indo embora, lentamente, indo para casa. Com uma respiração profunda, eu deixei a Ponte, deixei as Esferas Cristalinas, deixei as Esferas Próximas e voltei ao meu corpo, ao meu quarto, a minha cadeira na qual estava sentada. Foi bom estar completamente presente depois de muitos dias em estado de transição. Foi bom, mas também um pouco estranho perceber que eu não podia sentir mais a presença de minha cliente. Eu estava acostumada a senti-la bem do meu lado. Levei alguns dias para descansar e para reconectar comigo mesma.

 

Eu posso dizer que fazer DreamWalk é uma das mais bonitas aventuras que dois humanos podem compartilhar. Depois, eu percebi os efeitos do DreamWalk na família dela também foram enormes também. Eu encontrei com a família da minha cliente duas semanas depois do DreamWalk. Eu vi um pouco de tristeza. Eu vi um pouco de lágrimas aqui e ali, mas não havia o pesar e a devastação que você normalmente encontra depois que um humano passa para outro lado. Todo mundo tinha mudado, se transformado e liberado muito.

 

Era realmente um quadro de um novo começo, de vida e de beleza.

 

Lea Hamann - Professora de DreamWalker atualmente vivendo na Alemanha.

 

 

 

Mais informações sobre o trabalho de facilitação como guia DreamWalker de Morte
 

 

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